PRAGAS


Um ponto de vista diferente…
Maio 6, 2009, 10:34 pm
Filed under: Evolução do Projecto

Vimos os nossos pulgões através duma lupa binocular e achámos interessante, por isso não pudemos deixar de partilhar as imagens convosco. Deu-nos algum trabalho fotografar as oculares mas achamos que esta imagem irão conseguir percebê-la.img228



Finalmente…pulgões!!!
Abril 21, 2009, 4:50 pm
Filed under: Evolução do Projecto

Não havia forma dos nossos feijoeiros ganharem pulgões por isso optámos por encontrar uma outra planta que, de momento, se encontrasse a ser atacada por pulgão preto. Também isso estava a ser difícil, até que hoje conseguimos, nos jardins da escola. Cortámos alguns ramos e trouxemo-los para a arrecadaçao, onde, com ajuda de uma espátula retirámo-los cuidadosamente e os pusemos numa caixa de Petri. A seguir, translocámo-los para as folhas dos feijoeiros.

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Cobertura do terrário
Abril 21, 2009, 4:15 pm
Filed under: Evolução do Projecto

Para impedirmos as joaninhas e os pulgões de fugirem do nosso terrário, necessitaríamos de o cobrir com um material transparente para que fosse possível a entrada de luz solar e, ao mesmo tempo, permeável pois senão seria imprescindível trocas gasosas entre o nosso micro-ecossistema e o meio. Por outro lado, tais orifícios não poderiam permitir a entrada/saída de animais para que os nossos resultados finais não fossem corrompidos. Para tal, fixámos a uma estrutura rectangular de madeira uma rede mosquiteira que havíamos comprado.

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Coelhos na Austrália
Abril 7, 2009, 12:53 pm
Filed under: Pragas

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A Austrália é um continente deveras isolado, e por essa razão apresente fauna e flora nativas muito peculiares. Isto levou a que se destaque no que diz respeito a desequilíbrios ecológicos causados por descuido ou pela ignorância humana pois, desde a sua descoberta, consciente ou inconscientemente, os colonizadores daquele território levaram para lá espécies características da sua terra natal.

Em 1859, três casais de coelhos foram levados para o sub-continente. Devido a descuido humano, os coelhos escaparam e encontraram na Austrália o ambiente ideal para a sua reprodução: clima e vegetação propícios e a inexistência de predadores naturais. Rapidamente, regiões cada vez maiores da Austrália passaram a ser literalmente devastadas pelos coelhos mas reproduziram-se de tal forma que resultaram numa calamidade para os agricultores. Foram feitas várias tentativas de defender as culturas com redes, todas elas inúteis porque os coelhos passavam facilmente por baixo delas, acabando por instituir-se uma recompensa por cada coelho morto.

Mais de um século depois, o vírus da mixomatose intencionalmente introduzido pelas autoridades australianas para controlar os coelhos provocou uma mortalidade elevada, superior a 90%. Em 15 anos, a população de coelhos chegou aos 20%. O vírus quase conseguiu acabar com a praga, mas depois de alguns anos verificou-se que a taxa de fatalidade inicial de 99% passou para 90% e o tempo entre a infecção e a morte aumentou. Hoje, crê-se que alguns coelhos desenvolveram uma espécie de imunidade àquela estirpe do vírus da mixomatose, ameaçando reproduzir-se ao ponto de se tornaram uma nova praga.



Breve descriçao do nosso trabalho até ao momento
Abril 3, 2009, 9:11 pm
Filed under: Evolução do Projecto

Olá, aqui vai um ponto de situação do nosso projecto para que nos possam acompanhar, a partir de agora, dia-a-dia.

 

fotos-0517216.01.09 – Foi interessante voltarmos àqueles velhos momentos nos quais pegávamos num copinho de iogurte, roubávamos um feijão à nossa mãe e púnhamo-lo envolto em algodão embebido em água à espera que, a qualquer momento, ele germinasse. Bem…ok, desta vez não foi exactamente assim que se passou mas aqui fica o essencial: obter feijões germinados o mais rápido possível usando esta velha técnica.

 

 

 

 

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31.01.09 – Arranjámos tabuleiros indicados para o cultivo de sementes e lá plantámos os feijões. Misturado com a terra, pusemos fertilizante natural (sim, estamos a falar de estrume…!) e, ainda bem que possuíamos muitos feijões pois alguns, devido a falta de conhecimentos, foram plantados de “pernas para o ar”. Por isso, aos que também não forem muito entendidos na situação: o rebento que nasce a partir do feijão não é o caule mas antes a raiz…

 

 

 

 

fotos-053212.02.09 – Construímos uma estufa com princípios tradicionais para acelerar o crescimento dos feijões. A urgência de termos uma estufa devia-se a precisarmos dos feijões o mais rápido possível para atrair pulgões atempadamente. Foi uma actividade, no mínimo, diferente: galochas nos pés, numa mão uma foice (para cortar os paus), na outra uma marreta (há que os espetar bem na terra se queremos uma estufa que não voe com a primeira rajada de vento).

 

 

 

09.03.09 – Recolhemos terra nos jardins da escola (com direito a baldes, pás, sacholas e sachos!) e depositámo-la dentro do nosso terrário após uma depuração desta.

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Tivemos que retirar, da terra, plásticos, vidros e outros materiais não identificados (sim, também sujámos as mãos!!!).

 

 

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Depois espalhámo-la pelo terrário e, se encontrássemos ainda alguma impureza, colocávamo-la no tabuleiro da fotografia.

 

 

 

16.03.09 – Transplantámos os feijoeiros que se encontravam a desenvolver na estufa para o nosso terrário, pois já estavam em adequado estado de crescimento. Foi uma boa sensação, a de fazer buraquinhos no solo do terrário, retirar cuidadosamente as plantas dos compartimentos (é que a terra à volta da raiz desfazia-se muito facilmente) e colocá-las cada um em seu local.

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 Preparação do solo

 

 

 

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Deslocação dos feijões

 

 

  

 fotos-0635Aplanação do solo 

 

 

 

 

 

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Besouro-da-cana
Abril 3, 2009, 11:23 am
Filed under: Pragas

Besouro-da-canaO besouro-da-cana é um insecto nativo da Austrália. As larvas, pequenas e esbranquiçadas causam os maiores estragos pois, estando sob a terra, alimentam-se das raízes da planta impedindo o seu crescimento ou até mesmo matando-a. Na fase adulta, eles apenas se nutrem a partir das sobras.

Actualmente, este insecto já não é considerado uma praga. Para o controlar, foi introduzido o sapo-cururu, que é agora, como se refere mais à frente, uma praga na Austrália.



Feromonas
Março 19, 2009, 11:31 pm
Filed under: Conhecimentos

Substância química, natural ou sintética, semelhante á que a fêmea produz para atrair o macho ao acasalamento. Esta substância é utilizada em armadilhas para atrair a maior parte dos machos.



Insectos Auxiliares/Predadores
Fevereiro 17, 2009, 10:57 am
Filed under: Conhecimentos

Cada organismo, no seu habitat natural, tem uma gama de inimigos naturais aos quais serve de alimento através de processos de predação e parasitismo. São estes inimigos naturais, mais vulgarmente, designados espécies auxiliares, que constituem um recurso natural e renovavel para a destruição de algumas espécies consideradas pragas. como exemplo estão as joaninhas, que são insectos auxiliares ao combate à praga dos pulgões.



Pragas
Fevereiro 17, 2009, 10:55 am
Filed under: Conhecimentos

Desenvolvimento excessivo de uma espécie animal, vegetal e agentes patogénicos, que causa a devastação da natureza e a ruptura do equilíbrio ambiental, prejudicando a biodiversidade de alguns ambientes ou a produção agrícola. Podemos dar como exemplo, os gafanhotos que nas suas migrações podem devastar campo e o caso das acácias ou do eucalipto, que se propagam facilmente, não permitindo a existência de outras espécies de árvore.



Apresentação
Janeiro 19, 2009, 11:34 am
Filed under: Evolução do Projecto

Bem-vindos ao nosso Blog. Nós somos um grupo de alunos da Escola Secundária de Alcaides Faria que está a desenvolver um trabalho para a disciplina de Área de Projecto intitulado de “Pragas: Um desequilíbrio nos ecossistemas”, sob orientação da Professora Leonor Diegues. Basicamente, nós iremos publicar informações pertinentes acerca das pragas mais comuns (actualmente mas também ao longo do tempo) para que possamos passar aos interessados a importância de um controlo destas sem prejuízos para os habitats, através da divulgação de meios ecológicos para tal. Para os pioneiros neste campo, começamos por explicar conceitos gerais e alguma terminologia usada com vista a ser um auxiliar acessível a todos. 

O nosso projecto em si desenrola-se em torno do estudo de quão relevante é o uso de insectos auxiliares nas cultivações. Para isso, estamos a criar um ecossistema, num aquário, com variantes controladas por nós, tais como: o número e espécie de plantas e a quantidade de insectos “praga” e de seus predadores. Iremos realizar ensaios para verificar e constatar a proporção adequada destes seres para um equilíbrio natural. Para que nos possa acompanhar, iremos expor fotografias do nosso viveiro em várias fases e respectivas conclusões.

Até Breve!

Fábio, Flávia, Nelson, Robert e Susana

 




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